O Ministério da Educação precisa melhorar o controle da concessão de bolsas para o Programa Universidade para Todos (ProUni), depois que auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) verificou que há bolsistas do programa com renda superior à estabelecida pelo governo. Para ter direito a bolsa integral, o aluno tem que comprovar renda per capita familiar de até um salário mínimo e meio, enquanto para ter direito a bolsa parcial (no valor de 50% da integral) deve ter renda de até três salários.
O diretor-executivo da organização não-governamental (ONG) Transparência Brasil, Cláudio Abramo, afirmou que o mecanismo precisa ser aperfeiçoado. “Existe uma certa quantidade de gente que tem renda suspeitamente superior ao que o ProUni deveria cobrir. O mecanismo de acompanhamento da concessão dessas bolsas é que deveria ser aperfeiçoado para filtrar esse tipo de coisa que foi noticiado”, disse.
Da Agência Brasil por Roberta Lopes
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